As Sarjetas do Espaço

O artigo que publico hoje foi apresentado nas II Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos, ocorrida em São Paulo, no ano de 2013, nas dependências da ECA-USP.

AS SARJETAS DO ESPAÇO

A SARJETA

Ao ler uma HQ, nos deparamos com uma história ou um acontecimento apresentado de maneira fragmentada. Conectando mentalmente os diferentes pedaços ou momentos dentro de cada quadrinho, em uma sequencia, vamos compreendendo a totalidade daquilo que quer ser mostrado. O que vemos são os fragmentos escolhidos pelo autor para melhor contar aquela história, nos deixando livres para escolhermos como fazer a ligação de todas essas partes. Porém, parece óbvio, ele espera que o façamos de determinada maneira, ainda que não tenha controle algum sobre isso.
Em seu livro Desvendando os Quadrinhos, McLoud (1995) chama de conclusão a noção que permite às pessoas, com base na experiência vivida ou transmitida, compreender o todo de uma situação através de suas partes. Segundo esse autor praticamos a conclusão com mais freqüência do que imaginamos. Observe a Figura 1, extraída da obra citada:

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Figura 1– O espaço em branco entre os quadrinhos é chamado de sarjeta. Fonte: McLOUD, Scott. Desvendando os Quadrinhos. São Paulo: Makron Books, 1995.

Embora não tenhamos visto o machado atingir a vítima, parece evidente o que aconteceu nessa sequencia de quadrinhos. Nela, o leitor apenas imagina os acontecimentos entre a primeira cena e a segunda. Esse esforço imaginativo é exigido permanentemente para quem inicia a leitura de uma HQ. Eisner coloca que o autor é, muitas vezes, obrigado a escolher apenas alguns momentos, supostamente os mais significativos, para apresentar uma ação e, a fim de ter sua mensagem entendida, espera que, com sua experiência, o leitor faça as conexões mentais mais apropriadas para os fragmentos apresentados.
O intervalo em branco entre cada quadrinho de uma sequencia é preenchido pela imaginação do leitor, é ali que um acontecimento, apresentado visualmente em pedaços, ganha sentido. McLoud chama esse espaço, entre cada cena, de sarjeta. Ali, usamos as cores que desejarmos, passamos o tempo que quisermos, e vemos pelo ângulo que preferirmos, dando, assim, uma unidade a algo que, num primeiro momento parecia estar fragmentado
Desse modo, é possível dizer que o leitor de uma HQ não é um expectador passivo, sua participação é exigida a todo tempo. As lembranças de suas experiências, sua imaginação, seus sentimentos, tudo isso será usado para ligar os diversos pedaços de acontecimento desenhados em cada quadrinho. O que McLoud (1995) chamaria de um “ato de fé”, poderia ser explicado como uma capacidade humana de aceitar a existência de outras “realidades” ainda que não se esteja imerso nelas. É possível que essa seja a característica diferencial da linguagem dos Quadrinhos.
A linguagem cinematográfica utilizará também o recurso da conclusão, porém para causar algum efeito específico ou fazer algum suspense. Assim, alguma sombra projetada em uma parede, alguma cena omitida, podem acontecer, mas, na maioria das vezes, em um filme, os acontecimentos vão se desenrolando em uma tela defronte nossos olhos, e só temos o trabalho de deixar que as imagens invadam nossas retinas para compreender o que se passa. O autor de Quadrinhos não conta com essa possibilidade, ele precisa escolher os momentos mais importantes de uma ação para serem congelados e “enquadrados”. Esperando, assim, que o leitor faça o trabalho de dar sentido às imagens que ele escolheu. Quanto mais essas imagens tratarem de situações reconhecíveis para a experiência do leitor, mais provável será que o autor atinja seu objetivo.
Assim, por que não dizer que a leitura dos Quadrinhos também exige alguma leitura de mundo? Talvez isso seja possível, se considerarmos que é através das experiências vividas, do que aprendemos das nossas relações sociais ou do que conhecemos nos meios de comunicação que damos sentido, ou vida, às várias imagens que nos aparecem nas páginas de uma História em Quadrinhos. Em um primeiro momento, essas imagens não são mais que fragmentos, mas, depois de se conectar mentalmente cada cena, o que temos é uma história, ou, ao menos, a nossa história.
Não seria dessa maneira, igualmente, que se dá a nossa leitura de mundo? Quando assistimos TV, quando lemos um jornal ou revista, quando navegamos na internet, quando estamos olhando pela janela de um ônibus, etc., não estamos, também, procurando dar sentido a essa enxurrada de imagens que vemos? Não temos que pensar no que pode ter acontecido antes, ou no que poderá acontecer depois, de determinada cena com que nos deparamos? Nossas concepções de mundo e experiências vividas não são sempre chamadas a nos ajudar a entender o que se passa ao nosso redor? Pois bem, gostaria de me deter um pouco mais nesse questionamento.

O MUNDO EM FRAGMENTOS (OU QUADRINHOS)

Conhecemos o mundo, aquele mundo além do alcance dos nossos olhos, por partes, por fragmentos. À medida que vamos realizando nossas experiências ou vivências, conhecemos partes desse mundo. De outras partes dele, tomamos conhecimento através dos relatos que recebemos, seja pelos meios de comunicação, seja em conversas, etc. Apenas nos restando, portanto, acreditar, ou “ter fé”, que exista algo mais do que está diante de nós.
Rego faz uma interessante metáfora do mundo, ou da vida, como um texto escrito. Porém, imaginando-o, não composto por palavras, mas, sim, por fatos e condições. Sendo assim, é possível pensar uma leitura de mundo como um processo de entendimento e compreensão de seus fatos, do mesmo modo que vamos dando sentido a cada palavra numa frase e buscando as relações existentes entre elas para entendermos o significado geral do todo que se quer comunicar, ou ainda, darmos o nosso próprio significado para ele. De acordo com a maneira como fazemos a conexão entre os fatos da vida, e da concepção que temos sobre eles, as coisas que nos cercam ganham sentido e, quem sabe, nós mesmos o ganhemos também, à medida que significamos e ressignificamos os lugares. Então, como nos chegam esses fatos do mundo? Ou, para manter uma conexão com o assunto desse trabalho, como nos chegam os “quadrinhos” do mundo?
Uma coisa parece certa, isso não acontece como nas páginas das HQs. Na vida não temos uma sequencia linear das coisas diante de nós e, dessa forma, precisamos fazer as conexões entre fatos distanciados espacialmente e temporalmente um do outro, ou ainda, temos que buscar diferentes olhares sobre esses mesmos fatos para realizarmos nossas leituras de mundo.
Oliveira Jr e Mansur (2012) fazem uma discussão a respeito das imagens relacionadas com determinadas paisagens que acabam por ganhar o status de representantes fiéis dessas. Os cartões postais, por exemplo, disponíveis em bancas de revistas ou pontos turísticos, carregam, neles, a imagem de um lugar que, para muitos – os turistas, os governos e as agências de turismo, entre outros – é a verdade sobre esse lugar.
Os autores trazem para a discussão o exemplo de um cartão postal do Rio de Janeiro. Nele, é possível ver a conhecida foto aérea da estátua do Cristo Redentor de braços abertos sobre a Guanabara. Ao longe, se vê a cidade, com seus prédios multiplicando-se sobre os morros. Trata-se da imagem mais difundida pelos meios de comunicação, nas novelas, no cinema, nas revistas de turismo, etc., para muitos: o próprio “Rio de Janeiro”.
Possivelmente, para se constituir outras narrativas diferentes a cerca do mesmo tema, seria necessário buscar outras fontes, outras imagens, outros meios, encontrar outros sujeitos que tenham, então, outras visões. No caso do Rio de Janeiro, talvez fosse preciso conhecer seus moradores, visitar locais omitidos nos cartões postais, assistir filmes ou ler livros que enfoquem o mesmo lugar, sob um ponto de vista distinto. Enfim, conectando os “Quadrinhos”, se tentaria, então, realizar uma nova leitura desse espaço.
Como fazer esse exercício na aula de Geografia? Sem a pretensão de responder essa pergunta, trarei exemplos de uma proposta de prática realizada por mim, em algumas turmas com as quais trabalhei durante o ano de 2012, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Cincinato Jardim do Vale, no município de Gravataí, Região Metropolitana de Porto Alegre. Nela, tento, junto aos alunos, articular uma leitura espacial através da linguagem dos quadrinhos, chamando-os a refletir sobre as informações, imaginações e ideias que possam ter a respeito de lugares e, também, dos conteúdos geográficos.

CONECTANDO OS FRAGMENTOS (OU QUADRINHOS)

Tentando, então, pensar uma atividade que permita praticar uma leitura dessas imagens que nos chegam sobre o mundo, pelos mais diversos meios, cheguei a uma proposta que tem a linguagem dos quadrinhos na sua base. Mais precisamente, deslocando a ideia de conclusão para uma possível leitura geográfica
A proposta foi realizada em minhas aulas, com duas turmas do 6° ano, na escola onde trabalho atualmente e consistia, primeiramente, em distribuir tiras de quadrinhos entre os alunos e alunas. Essas tiras, montadas por mim, possuíam três quadrinhos, sendo primeiro e o terceiro, vazios, e, no do meio, se podia ver uma fotografia em preto e branco de um morro parcialmente ocupado por uma provável favela. Como se vê na Figura 2.

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Figura 2 – Quadrinhos em branco. Fonte: Montado pelo autor.

Após a distribuição das tiras, pedi aos alunos que, em duplas, pensassem em desenhos para preencher os quadrinhos em branco. Estavam livres para fazer como quisessem. Não importando o grau de habilidade para o desenho que pudessem possuir. A intenção era a mobilização de seus pensamentos e imaginação. Como poderia ser aquele morro antes que as casas fossem construídas? O que acontecia por lá? E como ficará aquele lugar depois? Quem são as pessoas que vivem lá? Por que foram para lá? Essas, entre outras, eram algumas questões propostas para ajudá-los na tarefa.
Favelas e morros estão sempre presentes no imaginário a respeito do Rio do Janeiro e, ainda que meus alunos, em alguma medida, habitem lugares semelhantes, esses elementos não pareceram mobilizar suas imaginações a respeito de seu próprio lugar. Falando de outro modo, ao se depararem com uma imagem de um morro ocupado por casas humildes, a maioria deles a relacionou com o Rio de Janeiro e não com suas vizinhanças em Gravataí.
Sabemos que morros e/ou favelas não existem apenas na cidade do Rio de Janeiro. Em Porto Alegre, esses elementos estão igualmente presentes1 e em muitas outras cidades e países encontraremos coisas semelhantes. Será, então, possível que as imagens dos meios de comunicação sejam tão mais fortes que nossas vivências, a ponto de determinar nossa relação imagem-lugar?
E sobre os morros cariocas? Que imaginações existem a respeito desses lugares? Que significados são produzidos sobre eles? Como os alunos imaginam as transformações que ocorrem no espaço e se as imaginam? Procuraremos discutir um pouco disso através dos quatro trabalhos a seguir, escolhidos dentro de um universo de cerca de vinte outros, por trazerem aspectos interessantes a respeito das imaginações e transformações espaciais.

O primeiro deles, na Figura 3, nos traz uma visão sobre o chamado “morro”, que foge de alguns prováveis estereótipos mais comuns ligados a esse lugar. Na história intitulada “A Visita ao Morro”, vemos duas personagens que seriam duas meninas, amigas ou colegas, conversando.

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Figura 3 – A visita ao morro. Fonte: Trabalho de alunos.

Abaixo, em itálico, reproduzo o texto, para facilitar a leitura, lembrando que seus possíveis erros de ortografia foram mantidos como no original:

Scheron e Taisia estavam conversando.
– Amiga fiquei sabendo que tem um morro muito legal pra conhecer.
– Que legal, vamos conhecer.
Logo depois que elas conheceram.
– Amiga adorei conhecer.
– Eu também poderíamos ir lá mais vezes.
Neste exemplo, as alunas, de alguma maneira, realizam uma versão diferente daquela que permeia o imaginário a respeito desse lugar. Aqui, o “morro” não é dominado por traficantes ou bandidos, como normalmente é representado nos noticiários, onde a qualquer momento uma bala perdida pode atingir qualquer um, onde os confrontos entre facções “aterrorizam” a população e onde a Polícia Militar trava sua “guerra” contra o crime, protegendo as “pessoas de bem” que vivem fora dali.
As autoras da tira de quadrinho escolheram dar outro significado a esse lugar. Lá, como em um bairro de gente abastada, é possível conhecer pessoas, fazer amigos e passar horas agradáveis. Inclusive, é possível que se queira voltar para lá, segundo a história. Como essa visão pode ser apresentada nessa HQ? Quem sabe, as alunas vivam em lugares parecidos com esses ou conheçam quem viva. O importante é que, desse modo, podemos discutir com a classe, como um todo, quais são as imagens normalmente difundidas sobre o “morro”, quem as difunde e o porquê e se existe outro modo de concebê-lo. Essa parece ser uma questão pertinente para a aula de Geografia, se considerarmos que as concepções a respeito dos lugares, assim como seus aspectos visíveis e materiais, são constituintes dos próprios lugares.
Uma visão bem diferente pode-se perceber na próxima HQ, a da Figura 4, mais próxima da ideia comum, veiculada, de alguma maneira, nos meios de comunicação.

 

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Figura 4 – A bomba na favela. Fonte: Trabalho de alunos.

Mais uma vez, reproduzo o texto da história:
O Rio de Janeiro botou uma bomba na favela para acabar com a bandidajem!!
– O que é isso aí?
00:00. Bomba nuclear.
– AHAHA!
No primeiro quadrinho, temos a imagem em close do que seria uma bomba-relógio, com um pequeno personagem, no canto direito, que a encontra. O terceiro quadrinho mostra uma explosão, em meio ao que parecem ser gritos. E, de acordo com o texto, foi o “Rio de Janeiro” quem instalou o artefato na favela. É curioso pensar em quem estaria sendo representado na expressão “Rio de Janeiro”. O governo do estado? A sociedade carioca? Quem saberia… De fato, às vezes é possível, em alguma conversa do dia-dia, escutar alguém verbalizar soluções para os problemas das favelas, como por exemplo: “Tinha que colocar uma bomba lá” ou “tinha que matar tudo”. Essa ideia, muito comum, parece ser a que baseou a HQ dos alunos.
Como os autores da tira de quadrinhos puderam demonstrar uma imaginação como essa a respeito desse lugar? As constantes imagens de militares armados para a guerra, invadindo morros, veiculadas nos meios de comunicação, não contribuiriam com a produção e reprodução desse tipo de visão? No final de 2010, teve ampla cobertura em TV e em jornais, a operação levada a cabo pelas polícias do Rio de Janeiro, polícia federal e forças armadas no conjunto de comunidades conhecido como “Complexo do Alemão”. A partir das falas de apresentadores de telejornais e comentaristas de questões de segurança, podia-se pensar que essa era uma solução há muito esperada e, talvez, a única possível: a “solução final”, a modo de Adolf Hitler, o extermínio total. Para quem simpatizou com as imagens de tanques adentrando uma favela, seria difícil aceitar que lá se detonasse uma bomba nuclear? Fica a questão.
A solução militar para as questões sociais, a violência urbana ou a pobreza, é a única possível? Quais as principais diferenças entre a primeira HQ e esta? Que visões elas apresentam sobre esse lugar? Onde é mais comum observar cada uma das duas visões? Quem são as pessoas que divulgam e concordam com uma ou outra? Qual é a mais divulgada na TV? Qual delas corresponde à verdade? Existiria uma verdade a respeito desse assunto? A discussão é ampla e outras perguntas podem ser pensadas.
A terceira tira de quadrinhos fará alusão a assuntos relacionados mais com as prováveis modificações processadas na superfície física terrestre do que a visões de mundo a respeito de algum lugar. Ainda que esta possibilidade não possa, de modo algum, ser descartada neste exemplo da Figura 5.

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Figura 5 – O deslizamento. Fonte: Trabalho de alunos.

No primeiro quadrinho, se vê o que parece ser o início de um processo de ocupação: uma só construção, similar a uma igreja, mas com uma chaminé, ao lado da qual há um personagem que diz: “Ta tarde, minha gente”! Ele parece segurar uma ferramenta e, acima dele, e à direita, três linhas horizontais que lembram uma plantação, pelas formas pontiagudas ou em formato de folha que se elevam dessas linhas. À direita da provável plantação, temos o que seria um caminhão, cujo motorista estaria dizendo, através do balão: “Vamos morar aqui”. Abaixo da plantação outra construção parecida com um galinheiro e, ao redor do quadrinho, desenhos de árvores, sendo estas o elemento preponderante. Esse desenho poderia ser a imaginação de uma provável paisagem anterior à mostrada no segundo quadrinho. No qual as construções humanas são um pouco mais visivelmente numerosas.
Aqui, talvez mais do que nas duas primeiras tiras de quadrinhos, é forte o trabalho de conclusão dos alunos, imaginando um espaço em transformação: o morro que, hoje, se encontra ocupado por uma favela, provavelmente, estava vazio dela, ontem. Que forças atuam nesse processo de ocupação? Por que pessoas procuram esses locais para fazerem suas moradias? Quais as consequencias desse fato?
Uma resposta a última pergunta é construída pelos alunos no terceiro e último quadrinho da tira, onde se lê logo abaixo: “Aconteceu um deslizamento”. Não seria essa uma das consequencias do processo desordenado de ocupação de encostas? A retirada de árvores não acarreta uma maior erosão? Nesta tira, os alunos podem ter realizado um raciocínio espacial tendo, também, recorrido a sua experiência, provavelmente vivida em outra aula ou assistindo ao noticiário de TV, para elaborar a presente conclusão.
Neste último quadrinho também se vê o que parece ser um desenho do Cristo Redentor sobre o morro. Como que para nos lembrar de onde a história se passa, e, quem sabe, querendo dizer que se tratando de uma favela em um morro, não poderia se passar em outro lugar.
De qualquer modo, não seria essa uma base para um exercício de pensamento espacial mais próximo de um ensino de Geografia preocupado com a questão da espacialização dos fenômenos e não tão preocupado com a memorização de dados? Uma proposta que chame os estudantes a produzir conexões entre fatos e informações, relacionando-os da maneira mais adequada com o que imaginam ou acreditam, não seria de grande interesse para professores e professoras que querem dos seus alunos e alunas mais do que respostas prontas para perguntas prontas? A discussão segue em aberto.

REFERÊNCIAS

McLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. São Paulo: Makron Books, 1995. p. 24-93.
OLIVEIRA JR, Wenceslao M de. Fotografias Dizem do (nosso) Mundo: educação visual
no encarte Megacidades, do jornal O Estado de São Paulo. In: TONINI, Ivaine Maria et al
(Orgs.) O Ensino de Geografia e suas Composições Curriculares. Porto Alegre: UFRGS,
2011. p. 245-257.
OLIVEIRA JR, Wenceslao M de; MANSUR, Mônica. Fotografias, Geografias e Escolas.
Disponível em http://alb.com.br/arquivomorto/
edicoes_anteriores/anais17/txtcompletos/sem05/COLE_1364.pdf. Acesso em 26 out.
2012.

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